Fotografo: divulgação
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Anderson-sbscul-26.06.20

Anderson, ex-jogador do Grêmio, Internacional, Manchester United e seleção brasileira foi um dos alvos da “Operação Criptoshow”, organizada pelo MPRS (Ministério Público do Rio Grande do Sul). O Ministério executou 13 mandados de busca na região metropolitana de Porto Alegre visando investigar uma suposta organização criminosa que estaria fazendo lavagem de dinheiro usando bitcoins.
 
Os nomes dos envolvidos e os endereços do processo de busca e apreensão não foram divulgados, mas Anderson se pronunciou sobre o assunto, enviando uma nota à imprensa.
 
“Eu, Anderson Luis de Abreu Oliveira, venho a público esclarecer. Trouxe recursos de uma vida toda para fazer negócios no estado que amo. Apesar das dificuldades que ele vem passando, quero continuar fazendo negócios aqui, pois acredito e sou prova de que um menino pobre e sem estudo pode vencer na vida trabalhando e com empenho. Conheço e invisto há quatro anos no mercado de criptomoedas.
 
Investi mais fortemente em 2019 no bitcoin. Comprei com dinheiro declarado conforme comprovante e imposto de renda. Desde então, negocio no mercado compra e venda destas criptomoedas para ganhar dinheiro e também porque gosto de tecnologia. Para isso, comprei a participação na empresa
 
House Tecnologia Ltda, que realiza compras e vendas quando é oportuno. Uma das nossas empresas foi relacionada a um assunto que não merecíamos e hoje, por conta disso, recebi em minha residência a polícia com a cordialidade que lhes é merecida. Nada tenho a esconder. Nossos valores são fruto do meu trabalho e está devidamente declarado
 
Agradeço às autoridades pelo tratamento digno ao qual fui submetido e a todos que sabem o que sou e quanto sou grato ao Rio Grande do Sul. Tanto que continuarei investindo e dando empregos o quanto eu puder. Venho esclarecer com extrato abaixo nossos investimentos em 2019 apenas em uma empresa do ramo de criptomoedas. Portanto, não precisamos cometer algo errado conscientemente.
 
Esclareço por hora (sic) que fomos envolvidos sem dolo (intenção), mas vendemos o que era nosso e acreditávamos estar recebendo o pagamento, pois fizemos a operação normal como é de costume. O grande prejuízo está sendo nosso… Mas não deveria ser.”..