Fotografo: divulgação
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O governo grego vai intensificar as patrulhas nas fronteiras, transferir os requerentes de asilo das ilhas para o continente e acelerar o regresso aos países de origem dos migrantes que não conseguirem asilo.

Com estas medidas, o governo de Atenas tenta lidar com o aumento dos fluxos migratórios com origem na vizinha Turquia.

O Conselho de Relações Exteriores e de Defesa decidiu ativar um sistema integrado de vigilância marítima, com um custo de 50 milhões de euros, que o Governo anterior tinha rejeitado.

Também o Conselho dos Negócios Estrangeiros convocou uma sessão de emergência depois da chegada simultânea, na quinta-feira, de mais de uma dúzia de embarcações de migrantes. Uma situação que aumentou a pressão sobre os campos sobrelotados e com cada vez menos condições do país.

 

 

Centenas de pessoas continuam todas as semanas a sair da Turquia para entrar na Grécia, apesar do acordo assinado entre a União Europeia e Istambul, em 2016, que prevê três mil milhões de euros em auxílio à Turquia em troca de maior controle fronteiriço.