Fotografo: divulgação
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Calçadão de Rio Negro-sbcsul-19-03-20

É OU Não é...brasileiro tendo que ficar em casa por causa do coronavírus, mas será mesmo que o “cara” consegue não ir ao bar tomar uma “cervejinha” neste tempo quente que antecede o outono? È claro que não, todos para o bar, beber com os amigos, e aí o governo resolve intervir e mandar fechar os estabelecimentos que vendem bebida alcóolica para evitar aglomeração.  E como ficam os “bodegueiros”, no prejuízo ?

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) divulgou na quarta-feira (18) uma nota à imprensa solicitando aos governos municipais de que os bares que forem obrigados a fechar por causa do coronavírus não paguem os impostos, taxas e multas durante o período em que estiverem fechados.  Segundo a Abrabar, a situação é de crise e os prefeitos precisam entender que os proprietários de bares investiram nas vendas de bebidas neste final de verão.

A Abrabar, contudo, prega o que chama de “desobediência fiscal”. “Por não termos outra alternativa de sobrevivência entre escolher pagar os tributos ou salários de nossos colaboradores, optamos pela dignidade humana e solidariedade humanitária aos seus familiares”, diz a associação.

Veja a íntegra da nota da Abrabar:

“Comunicamos a todos os membros de nossa categoria de Gastronomia e Entretenimento que nos municípios, unidades da Federação que nos obrigaram a paralisar as operações e atividade de forma compulsória, por determinação ou recomendação, inclusive por pressão da opinião pública, e, por não termos outra alternativa de sobrevivência entre escolher pagar os tributos ou salários de nossos colaboradores, optamos pela dignidade humana e solidariedade humanitária aos seus familiares.

Informamos portanto que a recomendação  aos estabelecimentos  prejudicados pelas contingências da presença do COVID-19, será a de desobediência fiscal e não pagamentos dos impostos, tributos, taxas e multas municipais, estaduais ou federais, até que seja concedida anistia total bem como apoio governamental para está dolorosa travessia pela sobrevivência e manutenção dos empregos”.