Fotografo: divulgação
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Homenageadas na Câmara-sbcsul-12-12-19

Na última terça-feira, 10, o Clube Soroptimista Internacional de Rio Negro foi homenageado pela Câmara Municipal de Mafra. pela defesa dos direitos da mulher e combate à violência contra a mulher.

 

Organização internacional fundada em 1921, nos Estados Unidos e hoje conta com aproximadamente 100.000 mulheres que contribuem com seu tempo e talento para a realização dos programas soroptimistas em torno de 120 países. O Clube de Rio Negro foi fundado aos 10 dias de dezembro, no ano de 1987.

 

Seus mais importantes projetos na comunidade são os programas “sonho” - que visam apoiar mulheres na conquista de seu aprimoramento educacional (viva seu sonho) e auxiliar meninas do ensino médio a fazerem boas escolhas em sua vida, através de orientação profissional e pessoal.

 

Em diversas oportunidades, trouxe premiações importantes em nível nacional para mulheres criteriosamente selecionadas que, após esse reconhecimento, tiveram a oportunidade de impulsionar sua vida pessoal e garantir o sucesso profissional.

 

Os projetos foram premiados e subsidiados pela Federação Soroptimista das Américas, bem como através de ações de arrecadação do clube na comunidade e  parcerias com o poder público, e dessa forma trouxeram para Rio Negro a casa “Tambo”, abrigo para mulheres vítimas de violência e a sala de atendimento às mulheres vítimas de violência, que funciona em anexo a delegacia de polícia em rio negro.

 

O combate à violência contra mulheres e meninas é um ativismo que a organização tem no mundo todo e, em Rio Negro, o dia laranja, todo dia 25 de cada mês, é lembrado com palestras em escolas, indústrias, repartições públicas.

 

Atualmente, o Clube Soroptimista de Rio Negro possui 44 associadas que se sentem honradas em participar de uma organização mundial que está presente em 120 países ao redor do mundo.

 

“Hoje comemoramos 32 anos e essa homenagem foi um grande presente. Nós todas somos voluntárias, trabalhamos em nossos momentos de folga e também quando não estamos de folga” relatou a voluntária Claudia Buch.