Fotografo: divulgação
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Sem Legenda

Na última terça-feira, 28, estava na pauta da Câmara Municipal de Mafra (SC) o Projeto de Lei nº 26/2020 da Prefeitura Municipal, que alterava as alíquotas de contribuição mensal de 11% para 14% para os segurados ativos, inativos e pensionistas. Também alterava as alíquotas de contribuição mensal do Município, incluindo suas autarquias e fundações, de 18%, onde 16% seriam de contribuição patronal e 2% referente à taxa de administração do IPMM, para 21%, sendo 19% de contribuição patronal e 2% para taxa de administração do Instituto.
 
 
 
Os vereadores iniciaram a deliberação do projeto e, prontamente, o vereador Vanderlei Peters (Vande da Farmácia) questionou o mesmo e o impacto que esse aumento nas alíquotas traria aos contribuintes, sendo necessário o pedido de vistas. 
 
 
 
O vereador Eder Gielgen, Presidente, pontuou que aquele seria o último prazo para votação, esse solicitado pelo próprio sindicato para que fossem avaliados todos os pontos do Projeto. 
 
 
No decorrer da deliberação, os vereadores elencaram diversos pontos e citaram que o ideal seria a implantação de alíquotas progressivas, considerando o momento de pandemia vivido pelo mundo e que as estrutura financeira das famílias está fragilizada por conta disso.
 
 
No momento da votação, o vereador Vande da Farmácia, Líder de Bancada do PSL na Câmara, orientou aos vereadores Elcion José Peters (PSL) e João Carlos Reiser (PSL) a seguirem o seu voto, que foi não favorável ao Projeto. O vereador João passou por problemas técnicos e não pôde votar.
 
 
Como votaram os vereadores:
 
FAVORÁVEL ao Projeto de Lei nº 26/20 foram: vereador Adilson Sabatke e vereador Cirineu Corrêa Cardoso.
 
NÃO FAVORÁVEL ao Projeto foram os vereadores: Abel Bicheski; Cláudia Maria Bus; Dimas Humenhuk; Edenilson Schelbauer; Elcion José Peters; José Marcos Witt; Marise Valério; Valdir Sokolski e Vanderlei Peters.
 
 
Vereador presidente da Câmara, Eder Gielgen (MDB) só votaria em caso de empate, mas ele se manifestou dizendo que seu posicionamento era pela rejeição do projeto.